quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Educar para crescer


Pesquisa do MEC revela que, em alguns casos, o uso do computador piora a qualidade do ensinoPesquisa do MEC revela que, em alguns casos, o uso do computador piora a qualidade do ensino.



O computador é uma poderosa ferramenta do aprendizado. Por meio dele, os estudantes podem ingressar em redes virtuais, compartilhar projetos de pesquisa e acessar gigantescos bancos de dados. No entanto, não é o que tem ocorrido no Brasil. O computador é uma poderosa ferramenta do aprendizado. Por meio dele, os estudantes podem ingressar em redes virtuais, compartilhar projetos de pesquisa e acessar gigantescos bancos de dados. No entanto, não é o que tem ocorrido no Brasil.




Uma pesquisa do Ministério da Educação (MEC) permite afirmar que o aparecimento de novos laboratórios de computadores nas escolas brasileiras fez o ensino piorar. Segundo a pesquisa, estudantes que usam computadores nas escolas estão seis meses atrasados nas matérias curriculares em relação aos alunos sem acesso ao equipamento. Para chegarem a tais conclusões, os especialistas reuniram as notas dos estudantes nas três últimas edições do Saeb, prova aplicada pelo MEC para aferir a qualidade do ensino básico. Por meio de recursos estatísticos, eles conseguiram medir o grau de influência do computador sobre o desempenho dos alunos com acesso ao aparelho - 38% das escolas públicas já têm PCs instalados.

Historia e Evoluçao dos Computadores.

Ana Márcia e Luzia Aparecida.

História e Evolução dos Computadores
O primeiro computador do mundo foi o ENIAC (Electronic Numerical Integrator and Computer), uma concepção do Professor John Mauchly, conjuntamente com o professor J. Presper Eckert. Mauchly e o Eckert propuseram em 1943 ao exército norte-americano, em plena II Guerra Mundial, a construção deste primeiro computador, tendo como objectivo o auxilio nos cálculos de precisão necessários para a balística. Foi anunciada a sua conclusão em 14 de Fevereiro de 1946 e foi patenteado em 26 de Junho de 1947 com o registo n.º 3,120,606.

O ENIAC era uma grande máquina para efectuar cálculos e baseava a sua estrutura nos avanços científicos já anteriormente desenvolvidos, como as sofisticadas máquinas de cálculos matemáticos de Charles Babage, as calculadoras mecânicas de Blaise Pascal, Leibniz e Charles Xavier Thomas, nas relés electromagnéticas, nas válvulas e nas máquinas perfuradoras de cartões. Uma válvula é, de forma simples, um tubo metálico de meia polegada, selado em vácuo dentro de um tubo de vidro, onde uma corrente de electrões pode passar entre os eléctrodos. Os tubos de vácuo foram fundamentais para o desenvolvimento da rádio, televisão e gravação de sons. Eram também peças grandes e muito frágeis que tinham uma grande perda de energia por calor.

O ENIAC foi construído com 17 468 tubos de vácuo, 70 000 resistências, 10 000 condensadores, 1 500 relés e 6 000 interruptores.O ENIAC pesava 30 toneladas, consumia 200 000 watts de potência e ocupava várias salas. Quando em operação produzia tanto calor que necessitava de um sistema de ar forçado para arrefecimento. Era tão grande que tinha de ser disposto em U com três painéis sobre rodas, para que os operadores se pudessem mover à volta dele.

Quando em operação, os complexos cálculos de balística passaram a realizar–se nuns alucinantes 30 segundos, quando com as calculadoras manuais que até aí se usavam demorava 12 horas até se obter o mesmo resultado.
O centro de processamento tinha uma estrutura muito simular à dos processadores mais básicos que actualmente utilizamos nas nossas calculadoras de bolso. Tinha 20 registos de dez dígitos cada, onde se podiam efectuar somas, subtracções, multiplicações, divisões e raízes quadradas.

O ENIAC era programado através de milhares de interruptores, podendo cada um dele assumir o valor 1 ou 0 consoante o interruptor estava ligado ou desligado.Para o programar era necessário uma grande quantidade de pessoas que percorriam as longas filas de interruptores dando ao ENIAC as instruções necessárias para computar, ou seja, calcular.Existia uma equipa de 80 mulheres na Universidade da Pensilvânia cuja função era calcular manualmente as equações diferenciais necessárias para os cálculos de balística. O exército chamava à função destas pessoas: computadores. Quando o ENIAC ficou pronto 6 mulheres computador foram escolhidas para testarem a nova máquina.


Curiosamente, o termo deixou de estar associado às pessoas que operavam a máquina para dar nome à máquina propriamente dita, uma vez que de facto a máquina passou a realizar as contas que antes eram realizadas por essas pessoas.
O ENIAC torna-se obsoleto e economicamente inviável de manter após 10 anos de operação, tendo sido desmontado. Hoje encontram-se peças do ENIAC por muitos museus do mundo, incluindo o Smithsonian em Washington D.C. e no local preciso onde foi construído, na Moore School for Electrical Engineering da Universidade da Pensilvânia.
O ENIAC serviu de inspiração para muitos outros computadores que se seguiram como: o EDVAC (Electronic Discrete Variable Computer); o ORDVAC (Ordnance Variable Automatic Computer; SEAC (Standards Automatic Computer) e o UNIVAC, este último também construído por Eckert e Mauchly para o processamento dos dados dos censos da população americana.
Em 1955, um computador já só pesava 3 toneladas e consumia 50 kwatts de potência, tendo um custo de $200 000. Uma máquina destas podia realizar 50 multiplicações por segundo. Assim, os primeiros computadores eram também eles máquinas que só estavam ao alcance de grandes empresas ou instituições que tinham necessidades de cálculo muito exigentes e que possuíam as condições económicas para tão grande investimento.
Com o rápido desenvolvimento dos transístores entre 1952 e 1960, os tubos de vácuo tornaram-se obsoletos e foi este avanço tecnológico que permitiu a criação de máquinas muito mais rápidas, mais pequenas e mais baratas.
Com o tempo, os transístores passaram a ser a base da electrónica, seguindo-se a VLSI (Very Large Scale Integration), ou seja, a construção de circuitos cada vez mais pequenos por forma a que possam ser mais leves e dispender menos energia, por terem menos superfície para a dissipação de energia por calor. Esta miniaturização permitiu que se tivesse a mesma capacidade de cálculo de um ENIAC na palma de uma mão. A diminuição do tamanho fez também diminuir a quantidade de energia necessária e o custo caiu com a produção em série dos novos processadores.
Em 1977 uma calculadora manual pesava menos de meio quilo e consumia meio watt e podia realizar 250 multiplicações por segundo, custando $300.Hoje uma calculadora pesa poucos gramas podendo ser incorporada em réguas ou agendas, funciona até a energia solar e custa menos de $5.
Um Pentium a 150Mhz é capaz de realizar 300 milhões de somas por segundo, enquanto o ENIAC apenas conseguia realizar 5 000. A memória do ENIAC apenas permitia guardar 200 bits, enquanto qualquer computador tem pelo menos 128 Mbytes, ou seja, 1 073 741 824 bits.
Nos meados da década de 70 os computadores começaram a ter preços cada vez mais acessíveis. Em 1981 a IBM lançou no mercado o PC (Personal Computer).
O PC distinguia-se das máquinas existentes até então por estar dirigido a utilizadores individuais que poderiam passar a ter na sua secretária uma máquina para uso exclusivo, quando até aí esse conceito não existia... Os computadores eram mainframe, centralizados, e os utilizadores tinham apenas um monitor e um teclado sendo todo o processamento realizado no servidor.
O PC tinha ainda outra característica que o tornou revolucionário que era o facto de ter uma arquitectura aberta, ou seja, qualquer fabricante poderia criar peças adaptáveis àquela máquina dando-lhe uma funcionalidade mais especializada, o que até aí era sempre privilégio reservado para o fabricante do computador. Assim o PC passou a ser o standard de facto na indústria.
Uma regra estatística que se tem verificado desde a invenção do primeiro computador é a Lei de Moore que diz: “A cada 18 a 24 meses é lançada uma nova tecnologia que permite que os computadores dupliquem o desempenho”.
Isto significa que em 2010 os processadores terão a velocidade de 50Ghz e em 2020 terão uma velocidade de 2000Ghz. Para os menos conhecedores desta área, os melhores computadores actuais (Novembro/2004) funcionam a 3,2Ghz... O desempenho dos computadores não se mede somente pela velocidade do processador, mas este exemplo simplista torna mais clara a evolução futura previsível.
Outras Referências:
Computer Historyhttp://www.computerhistory.org/
Wikipedia – The Free Encyclopediahttp://en.wikipedia.org/wiki/ENIAC
PENN Library Exhibitionshttp://www.library.upenn.edu/exhibits/rbm/mauchly/jwmintro.html
The Computer Societyhttp://www.computer.org/history/development/1946.htm
Museu Virtual da Informática (em Português)http://piano.dsi.uminho.pt/museuv/1946a1959.html
Oficina - Ciencia Viva - Trabalho Interdisciplinar (em português)http://oficina.cienciaviva.pt/~pw020/g3/index2.htm

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Continuçao dos textos discutidos e estudados em sala

Opção 01- Atividade de elaboração apartir dos estudos e discussões realizados , em sala
Complementação do nosso Texto. Ana Márcia e Luzia aparecida.




Sem dúvida estamos vivenciando uma revolução digital, com o uso constante dos recursos da informática e principalmente tecnológico r evolução que se deu início com o surgimento dos microcomputadores. A importância dos recursos tecnológicos está relacionado com o desenvolvimento das novas tecnologias, principalmente da comunicação e informação que se aproximam graças a união das indústrias de informática, telefone, cabos, satélites e entretenimento.
Esse desenvolvimento aumentam a possibilidade de comunicação entre as pessoas.. Temos que neste momento outros valores de um mundo em transformação com valores antigos, vinculados aos velhos paradigmas da sociedade moderna. A concentração de capital é um destes elementos da modernidade presente, existindo ai a articulação entre o mundo da tecnologia e o mundo escolar, o problema está na inserção de todos nesse processo. A escola precisa ser repensada para atender aos menos favorecidos, adequar à realidade e transformar um problema em solução. É necessário integrar as classes baixas nesse conjunto de transformações para que seja evitado a exclusão em massa, importante é rever todos os valores e construir um mundo onde as desigualdades sejam menores e as chances sejam as mesmas para todos. A desigualdade sempre existirá, mas temos que criar oportunidades distribuí-las e torná-las corretas e mais justas possíveis, uma forma de se começar é através da educação e da formação do cidadão, É nesse ponto que entra a escola o educador, uma gestão administrativa que venha permitir soluções inovadoras e somativas devendo esta estar preparada para ser um cenário transformador, amparar todos os mecanismos tecnológicos e estar democraticamente acessíveis para aqueles sem condições financeiras de entrar nesse mundo.
Ao educador cumpre o papel de ser o facilitador, o encarregado de mostrar como essas informações podem ser moldadas para a vida, ou melhor, transformar a realidade, com relação aos níveis de ensino estarem habilitados e a transmitirem os conhecimentos tecnológicos pode se considerar complexidade pois a maioria da população brasileira, vivem em dificuldades, mencionando ainda a situação das escolas publicas que muitas das vezes não tem nem carteira para os alunos, e os investimentos por parte do governo são minínos, mas mesmo assim as tecnologias estão presentes e fazem parte da vida de todos, seja na tv, no cinema, em jogos eletrônicos, bancos, enfim em todos os lugares, essa diversidade de conhecimentos é incorporada a educação, sendo que a mesma não pode e nem deve desprezar esses novos dados da realidade, que de certa forma se faz imprescindível, considerando que esses mesmo alunos são os profissionais do futuro.
A utilização de recursos tecnológicos na escola é uma preocupação constante de alguns profissionais da área de educação, já que os equipamentos são aliados valiosos no processo de ensino aprendizagem, desde que sejam conscientemente incorporados ao projeto pedagógico, achamos que um dos grandes cuidados que deve ser tomado hoje com a implantação das tecnologias no ensino e o de escolher entre os vários recursos disponíveis aquele que melhor venha se ajustar as necessidades e propósitos educacionais, só afirmamos que essa questão e variável pois depende muito da estrutura escolar, dos recurso disponíveis, e investidos e a aceitação desse no próprio meio escolar.




segunda-feira, 1 de setembro de 2008